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Empresas-modelo em responsabilidade socioambiental

Retirado de : https://exame.abril.com.br/negocios/as-20-empresas-modelo-em-responsabilidade-socioambiental/

  • Alcoa busca a sustentabilidade no setor de mineração

São Paulo - A maior fabricante de alumínio do mundo, a americana Alcoa, tem se destacado, também, quando o assunto é sustentabilidade no mundo dos negócios. Preocupada em conciliar desenvolvimento econômico e preservação do meio ambiente, ela explora, há pouco mais de um ano, uma mina de bauxita no município de Juriti, no coração da Floresta Amazônica, com técnicas que minimizam os impactos ambientais. O objetivo da empresa é transformar Juriti em referência de atuação socioambiental no setor de mineração. Para isso, a empresa criou um conselho especial para discutir com as comunidades locais e o poder público o desenvolvimento do município, além de um fundo de financiamento de ações sociais na região. Com essas frentes de diálogo, a Alcoa consegue reduzir seu impacto no meio ambiente e garantir benefícios sociais duradouros nas regiões onde atua.

 

  • Amanco investe em materiais de menor impacto ambiental

São Paulo - Em busca de matérias-primas menos poluentes, a fabricante de tubos e conexões Amanco inovou na formulação de seus produtos com o uso de tecnologias mais limpas. Um destaque da empresa foi a substituição do solvente tolueno, que pode causar dependência nos trabalhadores que inalam seu vapor, por outro de menor impacto para a saúde e para o meio ambiente. Pela iniciativa, a empresa ganhou em 2009 o selo Sustentax, que certifica produtos sustentáveis. De lá pra cá, num esforço de engenharia de materiais, a empresa também alternou a fórmula de outros de seus produtos, como os estabilizantes, que deixaram de levar chumbo em sua composição, eliminando riscos de intoxicação pelo metal entre seus funcionários. 

 

  • Anglo American aposta no diálogo com as comunidades

São Paulo - O diálogo com a comunidade é uma das práticas de responsabilidade-social que mais chamam atenção na mineradora Anglo American Brasil. Periodicamente, a empresa realiza encontros com os moradores dos municípios onde está presente. Nas reuniões batizadas de "Fórum Comunitário", que começaram em 2006, são discutidas as aplicações de investimentos em projetos sociais. No ano passado, a Anglo American investiu 5,2 milhões de reais em projetos sociais e 13,2 milhões de reais em projetos de proteção ambiental. No mesmo período, a empresa conseguiu reciclar e reutilizar 83% da água consumida em seu processo produtivo.

 

  • Bradesco leva educação financeira à população carente

São Paulo - Em setembro, o Bradesco lançou com exclusividade no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, um serviço que antes era privilégio apenas dos moradores do asfalto: o seguro residencial. Os preços da apólice popular começam em R$ 9,90 e as indenizações chegam a R$10 mil. A ideia é levar a experiência para outras comunidades de baixa renda em todo o Brasil. Dentro de suas ações de responsabilidade socioambiental, o Banco também investiu, em 2009, R$380 milhões em projetos e, em parceria com a Fundação Amazônia Sustentável, já contribuiu para a preservação de 16,4 milhões de hectares de mata.

 

 

  • Fibria investe em sustentabilidade e gera empregos

São Paulo - Mobilizar as comunidades locais das regiões onde atua é uma das estratégias da fabricante de papel e celulose Fibria, que possui fábricas e plantações em 252 municípios em todo o Brasil. No ano passado, a empresa investiu 16 milhões de reais em ações sócio-ambientais nestas regiões. A verba para os investimento em projetos dessa natureza é incorporada e definida no orçamento anual da companhia. Em 2010, a Fibria iniciou a construção de uma unidade de plantio de mudas de eucalipto em uma região pobre no sul da Bahia. A expectativa é que a população seja envolvida na produção, que deve gerar 250 novos empregos.

 

  • HSBC procura "líderes ambientais" entre os funcionários

São Paulo - O banco HSBC criou, há três anos, um programa para incentivar seus funcionários a disseminar práticas sustentáveis. Batizado de "Climate Partnership", ele treina colaboradores do banco interessados no tema e os estimula a ensinar a colegas de trabalho e a membros de sua comunidade aquilo que aprendeu. Para o banco, o treinamento de funcionários pode significar negócios no futuro. Até agora, o programa já formou 80 líderes ambientais no Brasil. A expectativa é formar outros 100 até 2012. Em 2009, o HSBC investiu 15,8 milhões de reais em 263 projetos sociais e outros 3,5 milhões de reais em ações de conservação da Mata Atlântica.

 

  • Itaú Unibanco promove concurso de práticas sustentáveis

São Paulo - O Itaú Unibanco incorporou a preocupação com o meio ambiente no dia-a-dia da organização e, principalmente, no cotidiano dos funcionários. Há dois anos, o banco criou um concurso de ideias sobre práticas sustentáveis. As melhores propostas, escolhidas com a ajuda dos próprios empregados, são premiadas. Além de estimular a criação coletiva de iniciativas verdes, o banco também mantém um programa interno de coleta de lixo eletroeletrônico. Em 2009, foram recicladas 116 toneladas de aparelhos descartados em toda a empresa.

 

  • Masisa foca na redução de insumos durante a produção

São Paulo - A fabricante de painéis de madeira Masisa procura em seus funcionários soluções criativas para um grande desafio: produzir mais com menor quantidade de insumos. Desde a implantação de grupos de melhorias, em 2009, o uso de resina por metro cúbico de painéis produzidos caiu 10,5%. A empresa também conseguiu reduzir em 16% o consumo de água na produção. Toda a economia obtida pelas sugestões "verdes", que são introduzidas no processo produtiva da empresa, volta aos funcionários na forma de participação nos lucros.

 

  • Natura educa trabalhadores para extração de óleos vegetais

São Paulo - O óleo de murumuru, usado em cosmétcos, é extraído de uma planta amazônica de difícil manejo, e que muitas vezes leva à prática de queimadas. Com uma ação educativa promovida pela Natura, 400 famílias que fornecem a matéria-prima à empresa fora orientadas a não empregar mais esta técnica. A ação resultou na preservação de mais de três mil palmeiras das quais o óleo é extraído. Desde o lançamento da sua linha de produtos Ekos, há dez anos, a Natura mantém uma rede de fornecedores formada por 26 comunidades em todo o Brasil. Só em 2009, os negócios com o grupo - que incluem o pagamento pela matéria-prima e uma espécie de royalty pelo conhecimento local sobre plantas - atingiram 5,5 milhões de reais.

 

  • Philips propõe lâmpadas econômicas para iluminação pública

São Paulo - Eficiência energética tem sido o principal campo de atuação da Philips na corrida por tecnologias de menor impacto ambiental. Tanto que 7,7 % do faturamento da empresa de eletroeletrônicos no Brasil são destinados ao desenvolvimento de produtos considerados "verdes". Com a produção de lâmpadas mais modernas, a empresa investe em um projeto experimental em Santa Catarina, que gerou uma economia de 84% no consumo de energia elétrica. A Philips desenvolveu lâmpadas de LED e as disponibilizou para a iluminação pública no município de Pedra Branca (foto).

 

 

  • Santander estimula a formação de "fornecedores verdes"

São Paulo - Estimular o pensamento "verde" entre seus clientes e pequenos empresários é a proposta de sustentabilidade do Santander. O Banco criou até um curso para ensinar empresas a usar critérios ambientais na hora de escolher fornecedores. Até agora, 3 108 pessoas e 1.792 organizações já participaram do programa. Através de um dos projetos pioneiros de reciclagem de baterias (o Papa-Pilhas), o Santander já reciclou 155,5 milhões de toneladas de pilhas, baterias e celulares. Além disso, o banco possui uma linha de crédito especial para empreendimentos de baixo impacto ambiental.

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